domingo, 6 de setembro de 2009

O espírito atribulado de Ana


Ana mulher de qualidade, era temente a Deus, tinha autocontrole, era amável. Mas estava doente no corpo, na alma e agora no versículo 15 do capítulo um, ela revela : “Mas Ana respondeu: Não, Senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; não bebi vinho nem bebida forte, porém derramei a minha alma perante o Senhor”.

O que atribulava esta mulher? Difícil resposta! A pessoa atribulada não tem paz, sua consciência a acusa, ela não descansa.
Ana é confundida com uma bêbada, seu marido acha que ela bebeu demais, e está choramingando pelos cantos.

Que dureza! Doente no corpo, doente na alma e atribulada de espírito. Mas o que me chama a atenção é que esta tribulação a levou para a oração.

Mais luta, mais oração, não é mesmo. Quando tudo bem, pra que orar? Carro bom, casa boa, churrasco é “sagrado”, chácara todo domingo, futebolzinho com os amigos não pode faltar. Igreja? Oração? Consagração? Jejum nesta época. Nada disso.

Aprenda com esta grande mulher de Deus. Corra para os pés de Jesus.

Ana não tinha paz, chorava, choramingava e sentia dores na sula alma. Isto era interno ninguém via, somente ela e Deus. Bem semelhante ao que muita gente passa. Esta no meio da multidão, mas se sente só, está rindo, mas está triste, tem dinheiro mas não é feliz, tem saúde mas não goza dela, era amargurada.

Mas a grande de vitória de Ana é que ela teve um encontro com Deus no interior do templo. Ela derramou sua alma na presença de Deus. Murmurou palavras e Deus a ouviu. Orou com intensidade de alma e recebeu a resposta de Deus.

Meu amigo (a) que esta lição de Ana nos ensine que as “peninas” da vida servem para nos chegar mais perto de Deus e não nos afastarmos dele.

Um abraço, continue lendo a história de Ana e, você identificará , como ela nos ensina a ser mais crente.

Veja o seu louvor escrito em I Samuel dois, e responda para você mesmo, se ela foi ou não vencedora.

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