Com informações de William Maia
Segundo o pastor da Assembléia de Deus Raimundo Bezerra (de colete) a proposta do diretor é inviável, segundo ele “o capelão deve ficar na capela esperando que o paciente solicite uma visita” pastor Raimundo questionou na reunião dizendo “um paciente na UTI sequer tem condições de reagir, como chamará um capelão?
De acordo com novas regras, a capela foi transformada no que a direção passou a chamar de “espaço multirreligioso”. Foram estabelecidos horários de atendimentos, houve limitação no número de voluntários autorizados a entrar nos quartos e as visitas só poderão ser feitas se o paciente ou um familiar solicitar.
“Na prática, o voluntário terá de esperar, às vezes por horas, na capelânia, até ser provocado. Isso pode significar o fim do serviço voluntário”, disse professor Alberto.
O presidente do Hospital, Salvador Affonso Fernandes enfatizou que as alterações foram necessárias para adequar o hospital à sua nova realidade. Segundo ele, quando o serviço foi instituído, há mais de 10 anos, o Mário Gatti possuía 110 leitos e perto de 600 pessoas circulavam pelo prédio em média, por dia. “Hoje o número de leitos mais que dobrou e o número de pessoas que circulam no hospital são mais de 3,5 mil diariamente”, argumenta. “Eu tenho como dever, cuidar da segurança dos pacientes e de todas essas pessoas”, acrescentou.
O presidente do Hospital, Salvador Affonso Fernandes enfatizou que as alterações foram necessárias para adequar o hospital à sua nova realidade. Segundo ele, quando o serviço foi instituído, há mais de 10 anos, o Mário Gatti possuía 110 leitos e perto de 600 pessoas circulavam pelo prédio em média, por dia. “Hoje o número de leitos mais que dobrou e o número de pessoas que circulam no hospital são mais de 3,5 mil diariamente”, argumenta. “Eu tenho como dever, cuidar da segurança dos pacientes e de todas essas pessoas”, acrescentou.
Ele garante que ninguém ficará sem assistência religiosa. “Não somos contra o serviço religioso. Se alguém solicitar este tipo de atendimento às 3 da manhã o hospital não vai colocar qualquer obstáculo. Só que, como todo o serviço voluntário existente no hospital, precisamos de regras”, explica.
O padre Norberto Tortorello Bonfim, da Capelâniia do Hospital da Unicamp, apresentou o sistema adotado na universidade. Segundo ele, “o serviço cadastra os voluntários; faz cursos de capacitação para cada denominação e orienta os pacientes e familiares sobre o funcionamento do serviço”.
Segundo ele, esse sistema está sendo implantado também no Hospital Ouro Verde e no Hospital Municipal de Sumaré. O presidente do Mário Gatti admitiu a possibilidade de promover adequações ao sistema.
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